O Coelho Branco tem pressa...

 Vivemos em dias escuros,

Dias cruciais para o mundo,

Dias em que tudo acontece,

Passam rapidamente

E modificam tudo...

 

Cada segundo é decisivo,

Cada momento pode modificar,

Cada momento pode mudar

O que não mudamos em um ano,

O que não queremos mudar...

 

O tempo é curto,

A vida anda de mãos dadas com o presente...

O amanhã é por demais incerto,

E as mudanças são mistérios,

Às vezes o homem não as compreende...

 

Nem tudo é perfeito,

No caminho vamos sempre achar espinhos,

Os obstáculos nos perseguem,

Não existe conquista sem derrota,

Estamos sempre seguindo sem rumo,

Procurando sentimentos perdidos...

 

Não adianta chorar,

Uma lágrima não é consolo,

São apenas seres cheios de gravidade,

Prontas para cair,

E nos puxar para baixo...

 

O tempo não pára,

O pêndulo balança a cada instante.

Marcando a vida que continua,

E o coelho branco que me apressa,

Correndo, correndo,

Em uma procura constante...

 

Corre o coelho,

E com ele correm meus dias,

Correm as horas,

E o tempo não pára para que eu concerte,

As marcas de meu passado triste...

Não pára para lamentações,

Por tormentos ou emoções...

 

O tempo não se importa

Não se preocupa com o quanto eu fui ferida,

Com o quanto estou triste,

Com o quanto me sinto perdida,

Pois perdi minha vida...

 



Escrito por Rafa_Kitty às 10h53
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Tudo se encaixa num mundo chamado Magnólia...

  Alguns filmes me fazem pensar muito, outros não me marcam. Pensei muito depois de assistir O 13º Andar, As Horas, O Chamado, Os Outros, O Crime do Padre Amaro, Menina de Ouro, As Virgens Suicidas...

  Essa semana, o filme que me fez enxergar a vida, e talvez o mundo e o que nele ocorre, foi Magnólia. Apesar de, novamente, meus amigos tentarem mudar a minha opinião sobre a história do filme, só por ser independente e pouco conhecido, eu continuo achando Magnólia uma obra da sétima arte.

  Você já pensou que o que está acontecendo agora com você, possa ter uma ligação profunda com as atitudes que uma outra pessoa, do outro lado do mundo? Será que estamos aqui por algum motivo, ou por mera coincidência? No mundo, tudo se encaixa, mas será que as nossas vidas vão se encaixar?

   E é sobre essas séries de dúvidas que o filme fala, todas as estórias e personagens se encontram, possuem uma ligação bem forte...



Escrito por Rafa_Kitty às 00h42
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Em Busca da Terra do Nunca

  Hoje eu queria muito, muito mesmo, assistir Closer-Perto Demais, que é um filme bem interessante, com a Julia Roberts e o Jude Law. Mas infelizmente o filme não está mais em cartaz, e acabei vendo Em Busca da Terra do Nunca mesmo...

  Primeiro, achei que o roteiro desse filme era horrível, infantil. Percebi que não era infantil e, muito pelo contrário, o roteiro é surpreendente. Baseado em fatos reais, narra a vida de Jamis alguma-coisa, aquele que escreveu o Peter Pan, durante uma época pouco fértil de sua imaginação. Após assistir sua última peça fracassar, ele vai ao parque na manhã seguinte, sem perspectivas para o futuro, quando encontra uma viúva e seus quatro filhos, que o marcam para o resto de seus dias...

  Além de contar fatos reais, o filme vale a pena porque mexe com o imaginário de seus expectadores, com todas as viagens psicodélicas à Terra do Nunca e aos incríveis caminhos obscuros da mente do personagem de Johnny Depp.

  Eis aqui 5 motivos para assistir à Em Busca da Terra do Nunca:

- Tem o Johnny Depp e a Kate Winslet atuando juntos, e o talento dos dois atores se complementam;

- A história do filme é verídica, o que o torna ainda mais interessante;

- A fotografia é muito bem feita nas cenas em que Jamis está sonhando e “visitando” a Terra do Nunca, parece que saíram da nossa própria mente;

- Para quem já leu ou viu o filme do Peter Pan, é interessante;

- O final é surpreendente! (eu não vou contar...)

 

 



Escrito por Rafa_Kitty às 00h35
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Alguns filmes mudam nossas vidas...

Desde o ano passado, não sei ao certo qual mês ou dia, comecei a amar o cinema, como se ele fizesse parte integral da minha pequena vidinha... Sem perceber, as histórias contadas nos filmes acabaram inflenciando nas minhas escolhas, minhas preferências, meu jeito de pensar e até de viver.

  Aprendi muito, aprendi que é preciso ser forte e fiel quando um amigo precisa de vpcê, em Meninas não Choram- aliás, belíssimo, alemão, super alternativo. Confirmei minha tese que é essencial lutar pelos meus sonhos, e que ás vezes, nem sempre o que eu quero, é o certo a fazer, assistindo Quase Famosos. Revivi momentos ruins em minha vida, vendo As Virgens Suicidas, Divinos Segredos e Colcha de Retalhos, e revivi alegrias, em Shakespeare Apaixonado, Casamento Grego, 10 Coisas que eu odeio em você, Um amor para recordar, O Clube da Felicidade e da Sorte... E algumas personagens eram tão parecidas comigo, que me confundia com elas, como é o caso da Elizabeth Watson, em O Sorriso de Monalisa, Lux Lisbon, em As Virgens Suicidas, Astrid, em Deixe-me Viver!, Penny Lane, em Quase Famosos, a personagem da Cher em As Bruxas de Eastweek... E outros, acabei me apaixonando por eles, um exemplo clássico é o Michael Moscovitz, de O Diário da Princesa, o Paris, de Tróia, o personagem de Dominic West em Os Esquecidos, Jake, em A Caçada Humana, Patrick Verona, em 10 Coisas que eu odeio em você...

 E houve casos em que os filmes mexeram tanto comigo, que fiquei sem durmir, como As Horas, Os Outros, A Lista de Schindler, Eclipse Total, O Chamado ( esse aí foi medo mesmo...), Ecos do Além, Deixe-me Viver! e Meninas não Choram...

  Quando me perguntam qual é o meu filme preferido, costumo dizer que depende do momento, e é verdade. Ninguém diz que sue filme preferido é As Horas, quando sua vida anda cheia de alegrias... E qualquer pessoa normal nunca falaria que seu filme preferido é Ela é Demais, depois de viver uma desilusão amorosa...

  Eis aí alguns filmes que mudaram a minha vida: As Virgens Suicidas- cinco irmãs que cometem o suicídiu, precisa dizer mais?. As Horas- outro filme que tem suicidio, aliás, dois, em épocas diferentes. Quase Famosos- tem uma banda amadora, groupies, e um menini de 15 anos lutando por um sonho. Chicago- musical incrível, extraordinário. Meninas não Choram- alemão, com um roteiro pesado e ótimo elenco. O Crime do Padre Amaro- tem o Gael García Bernal, motivo mais que suficiente para ver o filme. Os Esquecidos- achei que não ia gostar, me surpreendeu. Menina de Ouro- tema super polêmico, Oscar de melhor atriz para Hillary Swank. O Décimo Terceiro Andar- fabuloso, engenhoso, baseado na filosofia de Descarts. 10 Coisas que eu odeio em você- com o Heath Ledger no início da carreira. A Caçada Humana- filme profundo, meio pesado. Deixe-me Viver!- discutre a relação de dominação entre mãe e filha. Os Outros- depois desse filme, não durmo mais sozinha em casa...Singles-Vida de Solteiro- do mesmo dirotor de Quase Famosos.200 Cigarros- divertidíssimo!

 

 



Escrito por Rafa_Kitty às 05h26
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VIRGEM SUICIDA

Esse poema foi escrito na sala de estar da casa da minha avó, lugar onde me sinto ‘’bem sincera’’ e até um pouco nostálgica. Ao som do CD da Melissa Auf der Maur, fui escrevendo de acordo com meus sentimentos, de uma maneira que não escrevia há muito tempo... Esse talvez tenha sido o melhor poema que já escrevi, desde que descobri essa mania que alivia as dores mais profundas do ser humano.

  

VIRGEM SUICIDA

Penso no passado,

Aquilo que passou e passa,

Tudo que ainda acontecerá,

O que se foi não retornará...

 

Um novo Sol brilha a cada dia,

E acaba por morrer sem brilho,

Brilho afogado pela Lua...

Assim como eu,

Que aos poucos me apago,

Diante dessa demora tua...

 

Às vezes o presente já nem existe,

Vira passado o que é presente,

Faz-se verdadeiro e duradouro,

Acaba num simples existir,

Numa simples vida contente...

 

Não sei o que é futuro,

Nem o que ele será...

Essa incerteza é que me mata,

O futuro destrói meu hoje,

Com o que acontecerá...

 

Chorei a noite passada,

Mas hoje sou forte e lágrimas não cairão,

Tenho medo,

Mas para você eu sei mentir,

Sem ferir meu virgem coração...

 

Chores agora por mim,

Não esperes mais nada do meu amor,

Esqueças-te do que vivemos,

Tudo é apenas passado,

E o que passou é o que não temos...

 

Chores meu amor,

Para que ele vá embora de teu corpo,

Já fui uma virgem suicida,

Agora que te desprezo criei forças,

Por suas lágrimas estou decidida...

 

Agora meu coração mente,

Meu corpo pondera sua vida...

Pensavas que eu era tola,

Agora vês que se enganou,

Enganou-se no passado,

Que já passou...

 



Escrito por Rafa_Kitty às 18h08
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 Vou pedir a todos que entram neste blog, que entrem no site do meu amigo Alexandre. O site tem várias fotos  e vídeos legais sobre patins, assunto que ele entende muito. http://www.inlinebh.com.br

Escrito por Rafa_Kitty às 01h28
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As Virgens Suicidas e Sofia Coppola

Quando assisti pela primeira vez ao filme As Virgens Suicidas, não sabia que ele mudaria tanto a minha vida. Na época, eu ainda não era tão viciada em cinema, como sou hoje.

Agora, após ler o livro e rever o filme, ele finalmente mudou minha vida.

O filme fala sobre 5 irmãs, criadas num ambiente de educação severa e pais super-protetores. Tudo flui muito bem, até Cecília, de apenas 13 anos, cometer o suicídio. Depois do fato, as irmãs começam a se comportar de maneira estranha, o que chama a atenção de um grupo de vizinhos adolescentes que, obcecados pelo comportamento das jovens, coletam várias informações sobre elas, mas mesmo assim não conseguem desvendar a causa desse comportamento peculiar.

O ponto que mais me chama atenção no filme é que, mesmo tentando de todas as formas, os meninos não conseguem entender as irmãs Lisbon. O filme tem a direção de estréia da Sofia Coppola, que por si só já é uma obra de arte a parte, ela nem parece ser uma diretora novata.

O livro, que é muito bem escrito por Jefrey Eugenides, que ganhou vários prêmios, e depois disso sumiu do mapa.

Muita gente já quis mudar minha opinião sobre o filme, por ser pouco conhecido, mas só os vredadeiros fãs de As Virgens Suicidas o entendem...

 

 

 



Escrito por Rafa_Kitty às 01h14
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 Já circula por livrarias americanas Scar Tissue, autobiografia de Anthony Kiedis, escrita com a ajuda do jornalista Larry Sloman. E para quem achava que a memória do vocalista do Red Hot Chili Peppers não ajudaria muito a contar a história – é bom lembrar que o cara passou anos pegando pesado nas drogas – o próprio Kiedis responde:  

"Na verdade (minha memória) é bem lúcida, e melhor que a de meus pais ou qualquer um de meus amigos. Meus amigos tentaram contar estas mesmas histórias e ficaram dizendo "bem, eu não sei...estávamos lá?"", disse o cantor em recente entrevista. No livro, ele conta que antes mesmo da adolescência já freqüentava com seu pai uma turma da pesada que incluía integrantes do Led Zepelin e do The Who. "Ninguém se deu conta de que as drogas poderiam ter uma repercussão negativa mais para frente", revela Kiedis.

"Era bastante ingênuo, mas era como uma Disneylândia para adultos, e meu pai de certa forma me trouxe para esse mundo ".Ele ficava dizendo "olha o que eu descobri, isso é divertido, é maravilhoso, vamos fazer juntos". Eu queria escrever sobre isso, e aí foi indo e se tornou uma biografia completa".

Uma das partes que eu li do livro- ele ainda não chegou ao Brasil- foi bem notória. Fala sobre uma festa na casa do Sony (aquele que era marido da Cher e tinha até um programa ao lado da esposa, antes de ter uma filha que é lésbica e morrer há alguns anos), e nesse evento, só para os influentes do show business (não sei o que o pai do Anthony estava fazendo lá!). Na festa, rolou de tudo, desde várias bebidas pesadas, até heroína. E, segundo o Edgard, vj da MTV, tudo o que está no livro interessa a qualquer um que gosta de música.

Agora só me resta rezar, para que o livro saia aqui no Brasil...



Escrito por Rafa_Kitty às 01h06
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The Cure é um ícone, com certeza!

  Influenciada pela mídia, pela minha família, e as pessoas com quem eu andava na minha infância, aprendi a ter ‘’medo’’ dos rotulados góticos, que nem tão góticos são, se você considerar o sentido literal da palavra.

Mas um dia, mais precisamente no ano passado, conheci um cara gótico (no sentido popular e literal da palavra). Foi aí que percebi que o goticismo não é adoração ao Satanás ou qualquer outro tipo de macumba, é apenas um tipo de crença. E foi também que o célebre The Cure entrou na minha vida, começando por Boys Don´t Cry e Friday I’m in Love, terminando por 10:15 Saturday Night e Killing an Arab.

O The Cure não é apenas uma banda, mas um ícone a ser respeitado por todos que fazem parte do mundo da música. Lá pelos anos 80, pouco se sabia e se fazia pelos góticos. Mas Robert Smith entrou na mídia mudando tudo, desde o visual de seus fãs, até a maneira como muitos hoje cantam. Conclusão: sem o The Cure, bandas como Blink 182, Good Charlotte e AFI nem existiriam.

Então, se você é fã de alguma dessas bandas citadas acima e acha que elas são tudo, você ainda não viu nada, porque o The Cure continua compondo cada vez mais e mais... O novo CD da banda, lançado no ano passado, não fez muito estrondo, mas revitalizou o fanatismo dos que admiravam o ‘’pesadelo feliz’’ de Smith. Segundo o produtor do disco, ele foi feito com tanto amor e vitalidade, que se você estivesse ouvindo suas músicas, e uma abelha te picasse, você pegaria AIDS. Meio viagem, mas e daí, esse é o  The Cure...

 



Escrito por Rafa_Kitty às 00h54
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I am that kind, living blind, for a lie...

  O título deste post não foi escolhido à toa. Esse é um verso da música Real a Lie, do CD Followed the Waves, da Melissa Auf der Maur que, depois de passar por duas bandas bem sombrias- Hole, pelos boatos de que Courtiney Love mato realmente o Kurt Cobain, seu então marido; e Smashing Pumpkins, nõa preciso nem dizer o por que da banda ser sombria- agora resolveu dar um jeitinho na vida e seguiu rumo à carreira solo.

  E o CD dela é bem interessante. Tomemos a música Taste You por exemplo, Melissa escreve sobre um homem por quem ela está apaixonada e que pretende testá-lo antes de prová-lo. A música de estréia, Followed the Waves, mostra uma autora mais inconformada e mentirosa que, depois de levar um belo pé-na-bunda, diz que tudo o que sentiu pelo dito cujo era mentira...

  Poucos são os que conhecem alguma coisa sobre a banda e, se você se interessou pelo pouc que falei sobre o trabalho do Auf der Maur, pode entrar no site (em inglês): http://www.aufdermaur.com.

 



Escrito por Rafa_Kitty às 05h55
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A pessoa certa, no lugar certo, na hora certa...

  Nem todo mundo sabe, mas Anthony Kiedis, o vocal do Red Hot Chili Peppers- minha banda favorita- entrou na banda de uma maneira um tanto peculiar. Um belo dia de aula na Fairfax High School, Anthony era um adolescente de 15 anos com problemas com seu pai drogado, quando viu dois alunos brigando. Seguiu seu extinto de solidariedade e resolveu separar a briga, em que um dor alunos era Michael ''Flea'' Balzary, seu futuro companheiro de Chili Peppers. Rapidamente se tornaram amigos e Flea resolveu montar uma banda- que seria a célula-ovo do Red Hot atual- com Hillel Slovack e Jack Irons, na guitarra e na bateria respectivamente, o próprio Flea no baixo e Anthony Kiedis como vocalista, mesmo não sabendo nada sobre ser um vocalista.

  Anthony escreveu uma poesia e a transformou em rap, era Out In L.A., primeiro single dos caras. Desde então, Tony continuou a escrever suas músicas que me fazem sentir, como disse Renato Russo em Índios, a saudade de tudo que eu ainda não vi. Pode parecer tiete o que eu acabei de escrever, mas é verdade. Desde Californication, que foi a primeira música da banda que eu ouvi, me apaixonei, não só pela música, mas pela poesia e pelo caráter de Anthony Joseph Kiedis.

   Sou suspeita para escrever isso mas, O ANTHONY KIEDIS É O CARA!

       



Escrito por Rafa_Kitty às 05h35
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 Como Gostais

" O mundo é um palco e homens e mulheres, meros atores/ durante todas as suas vidas, entram e saem de cena e não fazem mais que intrepretar alguns papéis..."

AVE WILLIAM SHAKESPEARE!



Escrito por Rafa_Kitty às 15h49
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Tudo tem sempre um bom começo...

Ok, o nome deste blog não é muito eloquente, mas tudo se explica pelo amor que tenho ao grande Shakespeare, um dos meus escritores preferidos e, na minha opinião, um grande entendedor da condição humano-social durante o século XVI. Macbeth e Como Gostais são nomes de duas de suas enézimas peças.

Espero que gostem do meu blog. Valeu.



Escrito por Rafa_Kitty às 15h40
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